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quinta-feira, 23 de setembro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Bullying não é brincadeira, mesmo!
A Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência (Abrapia) realiza o programa de implementação de ações efetivas para a redução do comportamento agressivo nas escolas (bullying) visando sensibilizar educadores, famílias e sociedade. Contanto com o apoio da Petrobrás, desenvolve o projeto em 11 escolas localizadas no Município do Rio de Janeiro.
Saiba mais em:
http://www.bullying.com.br/
Saiba mais em:
http://www.bullying.com.br/
terça-feira, 21 de setembro de 2010
O Filme!!!
ANÚNCIO INSTITUCIONAL
Bullying 30”
Cliente: Governo Federal – Ministério da Educação
Bullying 30”
Cliente: Governo Federal – Ministério da Educação
Resumo:
Duas meninas brincam de boneca num quarto. Passam a encenar uma sala de aula em atmosfera lúdica, sorridentes e calmas. Em dado momento começam a reproduzir cenas de violência contida contra uma das “alunas”, que se torna alvo de risos e críticas. O clima de hostilidade cresce sem que as meninas alterem seu tom angelical, até que a “vítima“ passa a ser agredida fisicamente pelas outras bonecas – as meninas riem inocentemente.
Lettering com slogan da campanha: “Bullying não é brincadeira” - assinatura do Governo Federal e Ministério da Educação – telefone para denuncias e site da campanha.
Racional criativo:
Crianças, ao brincar, representam sua realidade, sentimentos e costumes. Observá-las é ter acesso ao que ainda não expressam em palavras.
A brincadeira inocente cativa nos primeiros momentos, gerando ternura e identificação dos pais com seus próprios filhos. Uma vez capturados atenção e afeto, a cena aos pouco se transforma em algo “docemente grotesco”, revertendo a expectativa inicial num sinal de perigo e conferindo maior impacto à mensagem.
Pais nunca imaginam seus filhos como pessoas potencialmente violentas ou covardes, sendo comumente adeptos do “isso só acontece com os outros”; A contraditória imagem de crianças “brincando de violência” coloca como possível seus anjinhos estarem envolvidos com a prática do bullying. e o impacto dramático da reversão de expectativa chama atenção para o comportamento de seus filhos, conscientizando a família para a realidade desta prática.
Bem vindos
Bem, está feito o blog do nosso grupo de RTVC, espero que todos gostem inclusive a professora, caso tenham alguma crítica, é só postar aqui. O objetivo é debatermos sobre todas as fases do trabalho, bem como, nos mantermos atualizados sobre o tema em que iremos abordar.
Que tal começarmos sabendo um pouco mais sobre o Bullying. Fiz algumas pesquisas e lá vai algumas referências.
"Bullying é um termo em inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully - «tiranete» ou «valentão») ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo ou grupo de indivíduos incapazes de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de bullying pela turma." (Wikipédia)
" O Bullying de divide em duas categorias: a) bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e b) bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre as mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral a vítima teme o agressor em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência física ou sexual, ou a perda dos meios de subisistência." (Brasil Escola)
" E isso não deve ser encarado como brincadeira de criança. Especialistas revelam que esse fenômeno, que acontece no mundo todo, pode provocar nas vítimas desde diminuição na auto-estima até o suicídio... para os alvos de bullying, as conseqüências podem ser depressão, angústia, baixa auto-estima, estresse, absentismo ou evasão escolar, atitudes de autoflagelação e suicídio, enquanto os autores dessa prática podem adotar comportamentos de risco, atitudes delinqüentes ou criminosas e acabar tornando-se adultos violentos”. (Educacional)
E agora mãos a obra!
Mariana Assis
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